Rinoplastia ou Cirurgía do Nariz en nossas clínicas do Madrid e Vigo
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Glosario Rinoplastia Cirugía estética de la nariz.

A RINOPLASTIA: CONCEITOS CIRÚRGICOS BÁSICOS

   

A Rinoplastia

 

A rinoplastia é uma das intervenções mais frequentes no nosso país e o seu  objectivo principal visa conseguir o maior efeito harmónico, não apenas do nariz como estrutura separada, como também do nariz relativamente ao resto do rosto. O nariz é mais uma parte do rosto e deve ser tratado simultaneamente com os defeitos das outras partes do mesmo.

A rinoplastia estética representa um dos maiores desafios para um cirurgião plástico, uma vez que nela entram em jogo tanto a técnica cirúrgica como a sensibilidade artística: a visão, o tacto, o sentido do equilíbrio, etcétera. A rinoplastia é, portanto, uma combinação dos conhecimentos e dos sentidos, da ciência e da arte, da técnica e da sensibilidade.

Hoje em dia, e longe de protótipos passados, a rinoplastia tem como meta conseguir o nariz que melhor corresponda aos traços de cada paciente e, além disto, que tenha um aspecto natural e não seja evidente que foi operado. Assim sendo, colocamos de lado o tratamento de rotina do nariz estético e defendemos a rinoplastia individual, minimamente agressiva, e onde cada um dos procedimentos terá uma finalidade. A naturalidade do resultado deve ser tal que não permita reconhecer a passagem pela sala de operações. Sabemos por experiência que o normal não chama a atenção de quem observa, enquanto que o anormal é um estimulo irresistível para a vista ficar atenta.

Quando a principal característica de um nariz é o equilíbrio, é-nos agradável e consideramo-lo belo. Quando, pelo contrário, apresenta alguma irregularidade ou deformidade, produz-nos sensação de desagrado, surpresa, escândalo, repulsão, etc., e a consideramo-lo feio. Por sorte, o mais frequente são desequilíbrios, em maior o menor grau, cuja solução proporcionará o resultado desejado. Para conseguir este efeito natural de um nariz não basta realizar uma operação correcta tecnicamente mas, além disso, é preciso identificar as variantes anatómicas que podem causar alterações no resultado e tratá-las na própria cirurgia.

Finalmente, um diagnóstico minucioso é a chave para uma programação adequada da cirurgia. Quando se inicia uma rinoplastia temos de ter em mente, e de forma clara, a imagem do que queremos conseguir, não deixando nada ao improviso. Além disto, um posicionamento ecléctico da terapêutica indicar-nos-á a técnica mais apropriada para cada caso, tendo principalmente em conta que o mais importante é a familiaridade que o cirurgião tiver ou não com a técnica escolhida. Como bem é sabido, na maioria das técnicas cirúrgicas o resultado depende mais da compreensão, da experiência e da destreza do cirurgião que da própria técnica.

O nariz é uma estrutura complexa constituída por uma armadura sólida de sustentação e uma cobertura elástica que se adapta e reflecte a arquitectura subjacente. Portanto, qualquer mudança nas estruturas de sustentação vão repercutir na morfologia nasal de forma variável, segundo a grossura da pele (principalmente da derme), do tecido celular subcutâneo e muscular, como também do grau de contracção cutânea e da intensidade do processo cicatricial, especialmente da fibrose e da retracção cicatricial.

Tradicionalmente, a rinoplastia tem sido vista como a cirurgia que trata dos narizes muito grandes (rinomegalia), que normalmente apresentam uma elevação do dorso em forma de giba (rinocifose). Esta operação consiste em descolar a pele, através de uma incisão realizada na mucosa nasal, retirar o excesso de osso e cartilagem do dorso e remodelar as cartilagens da ponta do nariz. Quando a ressecção da cúpula ocasionou a separação dos ossos, procede-se à fractura dos mesmos, com a finalidade de podermos aproximá-lo. Normalmente, a maior dificuldade encontra-se na ponta e em conseguir-se harmonizar esta com o dorso. Mas nem sempre o nariz apresenta as características mencionadas, cujo tratamento é de redução, mas acontece que, frequentemente, encontramos narizes de tamanho adequado, ou inclusive pequenos, que para a sua correcção necessitam de técnicas de aumento ou de modelação das suas estruturas. Os procedimentos cirúrgicos mais frequentes são os enxertos e as suturas.

Finalmente, é fundamental ter presente em todo o momento o aspecto funcional da rinoplastia, evitando qualquer procedimento que coloque em risco o bom funcionamento e permeabilidade das fossas nasais e corrigindo as alterações anatómicas que dificultem a respiração nasal. Se existir um desvio do nariz, ou em alguns casos, dificuldade respiratória, costuma ser necessário o tratamento do septo. A mesma dificuldade respiratória pode dever-se a alterações dos cornetos, o que também irá requerer tratamento. Dentro desta linha, julgamos fundamental que o cirurgião plástico assuma o tratamento da parte funcional inseparável dos defeitos estéticos.

 

DEFINIÇÃO E DIFERENTES NOMES COM OS QUAIS SE DENOMINA A TÉCNICA

Dependendo do seu carácter, a Rinoplastia pode ser Estética ou Funcional, Reparadora ou Reconstrutora: Dentro da Estética, como já foi referido, poderá ser de Diminuição ou de Aumento, e, segundo a forma de abordagem, Fechada ou Aberta. Entendemos como Rinoplastia Convencional aquela em que não se realizam procedimentos acrescentados cuja finalidade seja a de reforçar a estrutura nasal, em cujo caso se denomina Rinoplastia Estrutural. O termo Rinoplastia Submucosa indica-nos que o tratamento do dorso cartilaginoso foi realizado respeitando a integridade da mucosa. Na última década temos assistido a uma autêntica inovação nos conceitos e técnicas da rinoplastia estética. Se bem no seu início esta operação se baseava exclusivamente em métodos de redução, e a partir dos anos setenta do século passado tenham sido introduzidas as técnicas de aumento, hoje em dia, além disto, faz-se finca-pé na preservação e na modelagem das estruturas anatómicas do nariz. Estas mudanças nas técnicas cirúrgicas baseiam-se nos conhecimentos obtidos no tratamento das rinoplastias secundárias e no estudo das sequelas e estigmas observados a longo prazo nos narizes operados com as técnicas tradicionais. Complicações que podem ser observadas mais frequentemente em pacientes cujos narizes apresentam certas características tais como o estreitamento da válvula cartilaginosa, a ponta em bola ou quadrada (com os bordos laterais do lóbulo marcados em forma de parêntese) ou com uma posição vertical das cartilagens alares.

O conceito de Rinoplastia Estrutural propõe a ressecção conservadora dos tecidos ósseos e cartilaginosos de sustentação, a máxima preservação dos mecanismos de suporte (maiores e menores) e a sua restauração quando estes são alterados e, por último, o uso de técnicas de sutura e enxerto para fortalecer, dar suporte e proporcionar a estrutura necessária para estabilizar o nariz. Ao contrário da Rinoplastia Tradicional, a nova rinoplastia introduz uma série de procedimentos cuja principal finalidade é a de prevenir as deformidades provocadas pela retracção cicatricial e assegurar a posição das estruturas mobilizadas e alteradas na intervenção. Suturas modeladoras, pontos de fixação e enxertos de sustentação e separação são recursos para fixar e dar consistência, exercer contratensão e prevenir as alterações tanto estéticas como funcionais ocasionadas pela rinoplastia. Evitar qualquer estigma fruto desta operação é a nova meta da rinoplastia.

A seguir, apresentamos um pequeno resumo dos diferentes tipos de rinoplastia e das características que os definem:

  • Rinoplastia Estética: Tratamento cirúrgico para a correcção da forma nasal.
  • Rinoplastia Reparadora (Nariz Traumático): realiza-se nos casos de traumatismos, feridas, etc., em que não existe perda de tecido.
  • A Rinoplastia Reconstrutora exige a mobilização de tecidos próximos ou a distância para reconstruir partes ou a totalidade do nariz.
  • Rinoplastia Estrutural: introduz uma série de procedimentos cuja principal finalidade é a de prevenir as deformidades provocadas pela retracção cicatricial e assegurar a posição das estruturas modificadas na intervenção.
  • Rinoplastia Aberta: utiliza a via transcolumelar para facilitar o tratamento da ponta nasal.
  • Rinoplastia Submucosa: preserva a integridade da mucosa nasal no tratamento do dorso mediante a confecção de retalhos subpericôndricos.
  • Rinoplastia Primária (nunca foi operada).
  • Rinoplastia Secundária ou de Revisão (foi operado previamente por outro cirurgião: pode ser terciária, quaternária, etcétera., embora normalmente sejam todas denominas como secundárias). Quando os pacientes são nossos e realizamos uma nova operação qualificamo-las como Revisões ou Retoques e Reintervenções, dependendo da importância da re-operação.
  • Rinoplastia de Aumento: a maior contribuição foi dada por Jack Sheen. Dentro deste tipo de rinoplastia cabe diferenciar, devido às duas especiais características, a utilização de Enxertos de cartilagem Auricular e de cartilagem Costal.
  • A Rinoplastia Funcional compreende todas as operações cuja finalidade consiste em melhorar a respiração nasal.
  • Rinoseptoplastia: Consiste na correcção simultânea das alterações anatómicas nasais e do septo. É uma combinação da Rinoplastia Funcional e da Rinoplastia Estética.
  • Rinoplastia em Homens: O nariz masculino tem as suas próprias  características, motivo pelo qual foi diferenciado um tipo de rinoplastia especifica para este.
  • Rinoplastia Racial: da mesma forma que o nariz de cada raça tem umas peculiaridades próprias que os torna diferentes: nariz negróide, mestiço, asiático, etc., cada nariz deve ser tratado de forma diferente.

 

   
Temas freqüentes em Rinoplastia, Cirugía plástica, estética y reparadora
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