Rinoplastia ou Cirurgía do Nariz en nossas clínicas do Madrid e Vigo
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Glosario Rinoplastia Cirugía estética de la nariz.

ANATOMIA E FISIOLOGÍA DO NARIZ

   

Fisiopatologia nasal

 

Alterações funcionais primárias:

As alterações funcionais abrangem uma série de patologias que dificultam a respiração, alteram o olfacto, provocam infecções ou provocam sangramentos. Embora as causas mais frequentes sejam o desvio do septo e a hipertrofia dos cornetos, existem outras situações que podem provocar as referidas alterações. Assim sendo, algumas alterações estéticas implicam uma dificuldade respiratória, como no caso de uma ponta caída ou aquando do estreitamento da parte inferior dorsal (válvula cartilaginosa superior).

Os desvios do septo diagnosticam-se através de uma inspecção directa com rinoscopia, videoendoscopia, RX, Tomografia Axial Computorizada (TAC) ou Ressonância Magnética (RM). A hipertrofia dos cornetos pode confirmar-se quando, depois de tocar o corneto afectado com um cotonete de algodão impregnado em adrenalina, o problema fica resolvido. Verificamos que a causa se deve à posição caída da ponta quando, ao puxarmos a pele do dorso nasal para cima, isto é, ao levantarmos a ponta, a ventilação melhora. Confirmaremos o diagnóstico de colapso ou incompetência da válvula superior se ocorrer uma melhoria respiratória ao deslocarmos lateralmente, com os dedos, a pele que cobre as cartilagens triangulares ao nível da apófise ascendente da maxila.

O tratamento consistirá, respectivamente, na realização de uma septoplastia, de uma turbinectomia, em levantar a ponta através da colocação de um enxerto na columela e, para abrir a válvula, na colocação de enxertos de expansores parapelos ao bordo anterior do septo.

Os enxertos expansores obtêm-se preferentemente do septo e consistem em duas tiras de cartilagem introduzidas em ambas as bolsas submucosas paralelas realizadas no bordo anterior do septo. O seu comprimento deverá ultrapassar o bordo caudal dos ossos próprios depois da osteotomia. Deve ser tida em conta a possibilidade da sua realização em presença de ossos próprios curtos, cartilagens laterais superiores largas, pele fina ou dorso excessivamente estreito.

 

Alterações funcionais depois da rinoplastia. Sequelas funcionais:

Deparamo-nos frequentemente com pacientes submetidos com anterioridade a uma rinoplastia que apresentam um maior ou menor grau de dificuldade respiratória. O mais comum é isto dever-se a esta persistência de um desvio do septo, em cujo caso, um tratamento correcto corrigirá o problema.

A atresia narinária causada pela retracção da cicatriz na mucosa vestibular é outra causa comum de dificuldade respiratória. Esta aparece quando existe um ressecamento da mucosa imprudentemente, ou quando se unem de forma circular as incisões, principalmente a lateral com a incisão para a introdução do osteotomo de fractura. A sua correcção pode exigir a realização de uma ou várias zetaplastias, retalhos de transposição, enxertos de cartilagem, de pele ou condro-cutâneos.

O colapso da válvula cartilaginosa superior mencionado anteriormente pode dever-se à ressecção excessiva das cartilagens triangulares, do septo ou da pele vestibular. O método de diagnóstico é o mesmo, melhorando a respiração ao esticar-se para fora a pele lateral ao nariz. O seu tratamento também vai consistir na colocação de enxertos expansores (spreader graf). Se o colapso afectar a válvula inferior, isto é, o orifício de entrada ou a narina, a dilatação da mesma, com a ajuda de umas pinças ou de um cotonete, melhorará a ventilação e comprovaremos que a causa se deve a um estreitamento exagerado da narina devido à perda de sustentação ou à excessiva ressecção cutânea. Neste caso, o tratamento pode limitar-se a enxertos de sustentação nas asas (enxertos alares ou pré-rimais) ou, inclusive, a enxertos compostos por cartilagem e pele.
Também poderá ser motivo de dificuldade respiratória a presença de uma sinequia ou de uma ponte de tecido cicatricial que normalmente se forma entre o septo e os cornetes. Isto pode ser observado com uma rinoscopia simples e a sua lise ou libertação resolve facilmente o problema.

Finalmente cabe referir a perfuração septal provocada por uma septoplastia prévia. Isto provoca transtornos, que costumam ser leves, no fluxo de ar das fossas nasais. As pequenas são sintomáticas (assobiam quando se respira), enquanto as grandes não revestem problemas graves. O seu tratamento pode ser muito ou extremamente complexo, dependendo do tamanho, sendo realizado com retalhos locais da mucosa nasal ou com retalhos da mucosa oral.

 

   
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